Saint Seiya Awakening – Ilustrações (Parte 5)

Mal posso acreditar, mas FINALMENTE, descobri a página individual de um dos artistas que fazem Saint Seiya Awakening! Conheçam Feeling Lin!

As artes abaixo foram retiradas da galeria do artstation dela! E a melhor parte é que incluem vários concepts arts dos personagens do jogo! Lindo! Só é uma pena que faz mais de um ano que ela não atualiza mais esta galeria.

Ah, e falando nisso, este é o fim de floodar o blog com ilustrações deste jogo. Mas vocês ainda podem conferir novas imagens que eu vou ir postando em outro blog: SANTOS ENLATADOS DESPERTADOS. Divirtam-se!

Esta imagem abaixo é a mais intrigante! Trata-se de uma misteriosa “amazona de girafa” que eu não lembro de ter visto em nenhum lugar na série. Alguém lembra?

Performance Artística – Javier Botet

Nem toda beleza é Apolínea, algumas são Dionísicas – como diria Nietzsche, também há beleza na “tragédia”.

Javier Botet é um ator espanhol que nasceu com uma condição clínica chamada Síndrome de Marfan. Ela causa formação anormal do tecido conjuntivo, tendo como característica visual marcante deixar as pessoas que a possuem com dedos e membros muito longos, além de uma aparência excessivamente magra – embora isso seja o de menos, há diversas complicações mais sérias, como problemas de coração e escoliose.

A maioria das pessoas que sofre com esta doença tem uma grande dificuldade em se ajustar à sociedade, na maioria das vezes tentando camuflar esta condição. Botet, por sua vez, decidiu expô-la. Aliado ao seu talento para as artes cênicas, ele faz uso da sua condição à seu favor, sendo o intérprete de diversos monstros no cinema.

Não há nada para se romancear à respeito do sofrimento alheio, porém há de se bater palmas para aqueles que conseguem usá-lo à seu favor. Nietzsche afirmou que certas tragédias nos permitem ver o sentido subjacente da essência, a nossa natureza Dionisíaca — embora o próprio autor tenha admitido, no final da vida, que esta teoria era apenas um consolo metafísico. Bem… se Apolo nos nega, não há nada de errado em nos consolarmos com Dionísio – e eu acho que isso é lindo!

Vampiro: A Máscara – Tim Bradstreet

Vamos continuar apreciando uma baciada de artes deste incrível jogo de RPG: Vampiro, a Máscara! Mais precisamente as artes de um dos ilustradores que se tornaram mais icônicos deste título: Tim Bradstreet!

Uma das coisas que mais chamou a atenção do público para o RPG foi, certamente, o seu design punk-gótico. Tanto no trabalho das fichas de personagens, do texto, da ambientação, quanto das próprias artes internas dos livros. E aquele que foi considerado um dos melhores artistas deste meio foi Tim Bradstreet!

Tanto que foi ele o ilustrador das capas dos primeiros clanbooks de Vampiro. Entretanto, eu devo dizer que a arte dele é muito mais bonita em preto e branco do que colorida. Vejam um exemplo abaixo!

Muito foda, né? Estas ilustrações também estão dentro do livro básico do RPG em sua segunda edição! Agora, vejam mais artes fudidas do moço!

Outra coisa que não ajudou foi o fato do colorista escolhido para cuidar destas capas não foi dos melhores! Olha como a ilustração em preto e branco do Malkaviano aqui ficou bem melhor que a capa acima!

Saint Seiya Awakening – Ilustrações (Parte 4)

Vamos continuar mostrando mais imagens deste fantástico game!

Para começar apresentando algumas personagens que foram tiradas do manga Saintia Sho, da autora Chimaki Kuori. Nela, temos uma nova classe de guerreiras chamadas ‘saintias’, que são diferentes das amazonas – estas não precisam usar máscaras.

Um bom mangá, pena que seu anime foi uma decepção completa. Bom, e as Saitias no jogo, como estão? Vamos ver cinco delas, classificadas como saintias de bronze:

Bom, como podem ver elas estão BEM descaracterizadas em relação ao mangá. Foram reduzidas à um bando de waifus bobinhas… uma pena! Estas personagens tem muito potencial.

Esta abaixo é uma de corpo inteiro da Katya, mas o tamanho da imagem está meio baixo.

Outra personagem que veio dos mangás feitos por outros autores é Yuzuhira de Grou, amazona de prata (amazona mesmo, não saintia). Pelo menos esta ficou um pouco mais próxima da proposta do mangá.

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Essa imagem logo baixo é TOTALMENTE para incentivar a galera fazer cosplay, hehehehe!

Abaixo o anuncio dos cavaleiros de bronze com armaduras divinas, exceto o Hyoga que aparece com a armadura dourada de cisne. Não entendi muito bem o porquê desta exceção com ele – até a data deste post, ainda não tem o personagem com a armadura divina.

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Fisioculturismo – Julia Vins

Faz tempo que não posto fotos de esportistas e fisioculturistas. Afinal de contas, eles também são excelentes referências para se desenhar. E, de certo modo, também são ‘escultores’ de seus próprios corpos.

Hoje, vamos conhecer uma garotinha com cara de Barbie e músculos de Zangief, a russa Julia Vins!

Ei, ei, eeei! o Cosplay abaixo tá muito errado! Ela tinha que fazer o Zangief! Honra à mãe Rússia!

Vampiro: A Máscara – Diversos

O mundo do RPG nunca mais foi o mesmo quando, em 1991, um novo tipo de jogo de interpretação de personagens apareceu no mercado: Vampiro, a Máscara.

Desta vez, ao contrário dos costumeiros heróis que matam monstros, desta vez o jogador iria interpretar um monstro: no caso, um vampiro!

Claro que as coisas não eram tão preto-no-branco como em D&D e outros RPGs similares. Nada de divisões hipócritas como “leal”, “bom”, “mau”, etc. Aqui, todos tem uma parcela de sombras! E os personagens vampiros estão andando no fio da navalha para tentarem evitar que as trevas tomem conta do seu ser e eles se transformem em monstros inumanos!

E é por isso que vamos apreciar um pouco desta arte sombria no traço maravilhoso das capas dos Clanbooks revisados, pela mão do genial Jon Van Fleet!

E aqui temos mais algumas artes fodas pelo John Bolton!

E, para fechar, mais duas do Adrian Smith!

Saint Seiya Awakening – Ilustrações (Parte 3)

Yeah! Encontrei mais algumas artes pimposas deste game! Minha nossa, por que o estúdio Timi não publica um artbook delas de uma vez?!

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No jogo tem duas versões do Ikki, uma “do mal” e outra normal. A de baixo é ele com sangue nos óio, de armadura laranja.

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Infelizmente não consegui achar artes bem bonitas, como estas acima, para todos os cavaleiros! Alguns eu tive que tirar print da tela do meu iPad para pode publicar aqui. Algumas eu tirei duas vezes, para mostrar melhor partes da imagem que podem ter ficado meio apagadas na anterior.

Outras eu cheguei até a tirar de anúncios japoneses e chineses que tinham a imagem em resolução um pouquinho melhor! Mesmo assim, o efeito não é tão bom. Mas foi o que eu para fazer!

Eu queria tanto este Hyoga dourado no meu jogo! Pelo menos queria achar uma arte grande dele!

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Uma coisa que eu acho legal nesse jogo é que ele disponibiliza umas skins alternativas marotas para os cavaleiros – sim, as famosas roupinhas! – e algumas até que ficam bem legais!

Não consegui arranjar imagens ilustrativas de todas elas, então, de algumas, eu dei print do modelo 3D mesmo que aparece no jogo.

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Eita! Até o Seiya não resistiu aos encantos do Afrodite com esta roupitcha lindona! Ah, espera só quando a Shina ou a Saori ouvirem ele falar isso!

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Essa abaixo mostra o Hyoga surfista e lá no fundo o Isaak mergulhador! Hahaha, muito paia estas skins, mas achei legais!

Estas são outras skins com o tema de verão, mas ainda não foram disponibilizadas na versão ocidental do game.

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Essas três são mais paia ainda! Kanon de Dragão Marinho, Julian Solo de Poseidon, e Io de Sylla todos paramentados como ‘homens de preto’ ou coisa parecida! Hahaha, estas aqui são um prato cheio para fanfics! A-DO-RO!

Abaixo, as skins de Poseidon e Kanon – desculpe pela marca d’água “não obtido” em cima das imagens. É que, como vocês podem ver, eu ainda não tenho estes dois personagens no meu deck – e eu tirei print do meu iPad.

E ainda NÃO acabou!

Pretendo trazer mais posts com imagens deste jogo no futuro. Tô frenética, hahaha!

Manfred Gnädinger – Arte Efêmera

Um dia, todas as obras de arte vão desaparecer. Um dia, todos os vestígios da existência humana neste planeta vão desaparecer. No futuro a própria Terra será engolida pelo Sol, que também vai se apagar. Nada dura para sempre.

Então… qual seria o verdadeiro valor da arte? O que vai perdurar dela depois que tudo deixar de existir? Talvez estas tenham sido as angustiantes perguntas que o escultor Manfred Gnädinger fez em seus últimos dias de vida.

O velho raquítico na foto era conhecido como ‘Man, o alemán‘ um eremita que passou boa parte da sua vida morando nas praias de Camelle, em uma comunidade autônoma espanhola chamada Galiza. Querendo afastar-se da humanidade, ele passou década vivendo em subsistência com a pequena horta que cultivava próximo da sua casa (que ele mesmo construiu) e passava o resto do tempo criando esculturas de aparência bem naturalista. Como esta abaixo.

Pouco se sabe da sua vida antes dele chegar em Camelle, em 1962. Ele era alemão, tinha boa educação formal e um talento para esculpir. Porém ele nunca esteve em nenhum museu de arte e nem nunca se preocupou com isto. Ele vivia como um eremita na praia, vestido só por uma tanga, fazendo esculturas e, pouco a pouco, chamando a atenção das pessoas no local com suas obras peculiares – feitas de pedra, madeira, areia e tudo o mais que ele podia encontrar.

O escultor não tinha renda, mas recebi pequenos agrados dos curiosos que vinham até o seu ‘Museo de Man‘ para apreciar suas esculturas a céu aberto. E durante décadas ele viveu assim, até um evento trágico se abater na região em 2002: o navio petroleiro Prestige naufragou na região, causando um imenso derramamento de petróleo que destruiu a praia, sua subsistência e suas esculturas.

O trabalho de décadas perdido em questão de minutos.

O escultor morreu um mês depois da tragédia, provavelmente devastado pelo ocorrido. Os locais encontraram seu corpo e a cidade decidiu realizar um funeral para Manfred, onde alguns poucos admiradores apareceram.

As autoridades locais disseram que tentariam reaver algumas das esculturas, restaurá-las e tentar protegê-las. Mas, infelizmente, a ação do tempo e de vândalos terminou de destruir o pouco que restava da obra do escultor eremita.

Hoje, pouquíssimas de suas obras restaram – assim como a sua casa, de certo modo também uma de suas esculturas – e a maior lembrança que as pessoas têm de Manfred e sua curiosa passagem neste mundo são os poucos registros fotográficos.

A arte, assim como a vida, é bastante efêmera.